(...)"Eu fico assim pq tb fico preocupada, q possa ter acontecido algo, e minha mente cria novelas né?
Mas por outro lado, viramos adultinhos, com compromissos e correrias, paixonites estranhas e inimizades com pessoas que julgávamos 'pra sempre'...pra mim tá, me falta o emprego (e a cada 'bundalelê' q citam que eu to vivendo pq quero eu tenho vontade é de dar soco ¬¬), mas to cursando pra abrir o leque pra uma área que aqui bomba, tem MUITA gráfica na região. Ou depois eu volto solo pra Sampa, nunca se sabe...to amando morar aqui, apesar de longe...o distanciamento me fez ver algumas coisas, separar outras, testar também algumas. Mas a gente precisa virar 'gente' sem perder algumas coisas"(...)
Mas por outro lado, viramos adultinhos, com compromissos e correrias, paixonites estranhas e inimizades com pessoas que julgávamos 'pra sempre'...pra mim tá, me falta o emprego (e a cada 'bundalelê' q citam que eu to vivendo pq quero eu tenho vontade é de dar soco ¬¬), mas to cursando pra abrir o leque pra uma área que aqui bomba, tem MUITA gráfica na região. Ou depois eu volto solo pra Sampa, nunca se sabe...to amando morar aqui, apesar de longe...o distanciamento me fez ver algumas coisas, separar outras, testar também algumas. Mas a gente precisa virar 'gente' sem perder algumas coisas"(...)
E é assim que eu volto pra cá. Numa fase que ando mais reflexiva, mas começando a ligar menos pras coisas. Ainda criando novelas na mente (dizem que eu deveria ganhar dinheiro assim, sei lá). Começando a modular o tom de voz, mas espera até eu me empolgar. Com pessoas incríveis por perto, mesmo se for só no coração. Aprendendo pra caramba. Ainda desempregada. Mas isso é passível de mudança. Voltei pros tons ruivos, ainda shopaholic sem grana.