25.8.17

Sobre desapegar.

(A última tentativa de post é um texto incompleto. HAHAHA mas oi? Nem lembro o que ocorria, mas 2016 foi assim mesmo, certo. Essa, em específico, começou EM ABRIL. Tá foda.)

Entonces.
Existem semanas que a coisa toma uma proporção tão insana que assim, precisava escrever. Mas preferindo teclar pro mundo. Então, a dica mais preciosa que aprendi foi: Pegue as pequenas coisas e as dê a devida importância, mesmo que ela vire nula.

Ah, as pequenas coisas que a gente aprende com a vida e a maturidade. 
Tomava como verdade aquelas máximas de:
- "Ah, tudo bem se não tiver retorno"
- "Ah, demorar é charme"
- "Até lembrei de pessoa X ou Y com coisa A ou B, mas quero mesmo "incomodar" comentando? Por favor, né"

...ou seja, tomei como verdade a exceção, e não a regra. Aí, a vida traz vivências e pessoas novas, e você começa a perceber que:
- "Opa, mas que bom é olhar para o lado e se sentir confortável de verdade pra desabafar na mesma língua sobre a crise dos (insira alguma idade ou momento chave aqui)."
- "Eita, é tão simples assim uma amizade? Não sabia"
- "Ata, agora percebi que riso solto (mais do que você já ri, Paula?) é bem mais divertido, vamos repetir!!!"

Chega uma hora, que as relações ficam mais simples, enfim.
Daí, a gente guarda as lembranças turbulentas naquela gaveta de bagunça.